segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Chacina de Cães no Pará

Prefeitura de Cidade do Pará Dá R $ 5 a QUEM MATAR CAES !!!

Um morador da Cidade de Santa Cruz do Arari, na Ilha do Marajó, no Pará, gravou Imagens de PESSOAS capturando Cães NAS Ruas. Segundo Ele, Mais de 100 animais foram JÁ Mortos Pelos moradores locais e To Us Link 200 teriam Sido levados parágrafo UMA Ilha SEM Água e comida. O Mais sepultura E Que o Prefeito da Cidade, Marcelo Pamplona, ​​PODE POR Estar Traz  Desta barbarie. Em nota, a prefeitura Disse Que estimulou a Captura dos animais POR Causa de Ataques á População. Reportagem exibida Pelo SBT Repórter.

http://youtu.be/oSN6R2IdzYE



Gostaria de saber o Que como PESSOAS irão fazer com R $ 5 e R $ 10 estão Passando Fome pra chegar a ESSE Ponto, de Fazer UMA crueldade Como ESSA? E a Consciência? ESTA tranquila? Francamente ... na Minha Opinião acredito Que UMA Pessoa Que FAZ ISSO COM UM animais PODE Fazer ISSO com QUALQUÉR Pessoa, Falando claramente, São hum Perigo Para a Sociedade.




quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Objeto de mito, voto nulo não invalida eleição

Se mais da metade dos eleitores optarem por anular o voto nas eleições, o pleito será invalidado, como muita gente acredita? E uma nova disputa terá que ser organizada num prazo de 40 dias, com novos candidatos? A resposta, em ambos os casos, é não.

O boato circula na internet há anos e ganha força durante o período eleitoral. Em uma rápida pesquisa, é fácil encontrar páginas e comunidades nas redes sociais que hasteiam a bandeira do voto nulo, apresentando-o como uma forma de protestar contra “tudo que está aí”. Os defensores dessa prática política argumentam que esse tipo de voto evidenciaria a insatisfação popular com os rumos atuais da política e a falta de identificação com os candidatos.
Protesto ou não, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem buscado esclarecer o tema. O entendimento da Justiça Eleitoral para a legislação em vigor é de que o voto anulado por vontade própria ou erro dos eleitores, mesmo se em quantidade superior à metade do eleitorado, não invalida a eleição.
- Se a pessoa não vai à urna ou vai e vota nulo, ela não manifesta a sua vontade em relação a nenhum dos candidatos. Se poderia até dizer que ela está fazendo um voto de protesto, mas as regras constitucionais brasileiras dão peso "zero" para esse voto de protesto. Ele não é considerado para o resultado das eleições -explicou o ministro do TSE Henrique Neves em recente entrevista.
Confusão
A confusão ocorre por uma interpretação equivocada do artigo 224 do Código Eleitoral, que prevê a necessidade de marcação de nova eleição se a nulidade atingir mais de metade dos votos do país. O grande equívoco dessa teoria reside justamente no que se identifica como “nulidade”.
De acordo com o TSE, essa nulidade não representa os votos nulos ou brancos - mas, sim, a votação em decorrência de fraudes, falsidades, coação, interferência do poder econômico e desvio e abuso de poder, além de propaganda ilegal que beneficiem um candidato em uma disputa majoritária. Assim, para que um pleito seja considerado inválido, provocando nova eleição, é preciso que mais de 50% dos votos sejam declarados nulos pela própria Justiça Eleitoral.
Outra possibilidade de anular o pleito é o indeferimento do registro de candidatura – por estar inelegível ou não estar quite com a Justiça Eleitoral - ou cassação do mandato do candidato eleito com mais de 50% dos votos válidos.
Legislação
Segundo a legislação, apenas os votos válidos contam para a aferição do resultado de uma eleição. Voto válido é aquele dado a um determinado candidato ou a um partido (voto de legenda). Os votos nulos não são considerados válidos desde 1965, conforme o Código Eleitoral (Lei 4.737/1965). Já os votos em branco não são considerados válidos desde que entrou em vigor a  Lei 9.504/1997 (Lei das Eleições). Esses votos, no final das contas, são registrados apenas para fins de estatísticas.
Efeito contrário
Como são descartados na apuração final, votos nulos e brancos podem, na verdade, ter o efeito contrário ao desejado pelos eleitores insatisfeitos com os atuais candidatos. Isso porque, na prática, implicam um número menor de votos válidos necessários para um candidato se eleger.
Em uma eleição majoritária hipotética com 100 eleitores, um candidato precisaria de pelo menos 51 votos válidos (50% + 1) para vencer a eleição em primeiro turno. Na mesma situação, se 20 desses eleitores votarem em branco ou anularem seu voto, apenas 80 votos serão considerados válidos e, dessa forma, estará eleito quem receber apenas 41.
Casos curiosos
Apesar de reverberar hoje na era da internet, a defesa do voto nulo como forma de protesto é antiga. O caso mais famoso foi o do rinoceronte Cacareco, que, transferido do Zoológico do Rio de Janeiro para a inauguração do Zoológico de São Paulo, obteve grande popularidade na capital paulista e, nas eleições de 1959, alcançou cerca de 100 mil votos para vereador - o partido mais votado não chegou a 95 mil votos.
Outro caso foi o do macaco Tião, que obteve de 400 mil votos nas eleições para prefeito do Rio de Janeiro em 1988, tendo sido o terceiro mais votado no pleito. Os votos para Cacareco e para seu sucessor foram considerados nulos pela Justiça Eleitoral.
Ambos os episódios ocorreram antes da adoção da urna eletrônica, quando os eleitores registravam seus votos em cédulas de papel, e podiam escrever o que desejassem nelas. Hoje a anulação se dá quando são digitados números que não correspondem a nenhum candidato ou partido.


terça-feira, 23 de setembro de 2014

Mais um vice do vôlei masculino. E daí?

Depois da virada surpreendente que levou da Rússia na Olimpíada de Londres eis que o vôlei masculino ficou outra vez com a prata no Mundial da Polônia.

“Só” com a prata, dizem alguns.

Bernardinho fica para morrer, alguns jogadores mostram inconformidade e difunde-se a ideia de que o sexteto perdeu a capacidade de vencer.

Mas, cumé?!

O time é finalista nos principais torneios do mundo e vira Judas?

Teria sido melhor não chegar às finais, perdidas, diga-se, pau a pau?

Ora, parece que por veneno de uns e falta de educação esportiva de outros, o que deveria ser saudado está sendo amaldiçoado.

É claro que quem foi derrotado na quadra deve querer mais, não deve se conformar, precisa buscar os motivos por não ter atravessado a tênue fronteira que separa a derrota da vitórias na hora da decisão, a que distingue os homens dos meninos.

Mas será suprema cegueira tratar as pratas recentes como prêmios para meninos.

O vôlei brasileiro segue no topo do mundo apesar dos cartolas, diferentemente do que se deu, por exemplo, recentemente no futebol e, há tempos, no basquete, esportes que não resistiram aos maus tratos dos que pensam mais no bolso que em glórias.






Se perder para a Polônia como no domingo (21/09/14) for motivo de crítica o contrário será considerar que ganhar é sempre obrigação, apenas um raciocínio absurdo em qualquer área de atividade.

Ainda mais diante de um ótimo time e com um sétimo jogador extraordinário, a magnífica torcida polonesa.

Para não falar do oitavo jogador, a cúpula da FIVB, em busca de sórdida vingança por ter sido desmascarada no Brasil, graças ao “Dossiê do vôlei” do jornalista Lúcio de Castro, da ESPN Brasil.

Isso me lembra uma frase do Tim Vickery, jornalista inglês radicado no Brasil, de que para o brasileiro ser vice parecia a pior coisa do mundo. Como se perder fosse proibido, não fosse digno. Isso é uma grande injustiça com os nossos atletas. Se somos prata, significa que também passamos por cima de muitas outras boas seleções. Além disso, a disputa foi bem acirrada, com diferenças muito pequenas entre os placares dos sets nessa final contra a Polônia. Normal, afinal os dois times eram bem fortes. É preciso também ter humildade para reconhecer quando o outro é melhor. Bola pra frente e cabeça erguida. Nosso vôlei tem muitas glórias, agora é aprender com os erros e focar no futuro.























A questão é que de 2013 para cá, foram 4 finais, 3 pratas (2 Ligas Mundiais e o Mundial) e um ouro (Copa do Mundo-13). Nas 3 derrotas, foram 3 seleções diferentes, Rússia, EUA e Polônia. Ou seja, os adversários mais fortes já decoraram a fórmula para nos derrotar assim como no futebol. E no longo prazo, isso não vai ser bom já que estamos numa entressafra daquelas. Na década vencedora, nós tínhamos como ponteiros o Giovani, Giba, Nalbert, Dante e Murilo. Hoje, só temos o Murilo e os que estão aí não conseguem dar conta do recado. Fora outras posições que estão carentes de jogadores decisivos. Chega a ser preocupante quando o Bernardinho pede autorização à FIVB para naturalizar um jogador cubano! E o pedido foi negado. Os clubes não estão investindo nas categorias de base por não ser vantajoso financeiramente. E não temos como saber se até 2016 teremos uma seleção forte para ganhar o ouro olímpico em casa.

A dinastia mundial do volei masculino brasileiro na primeira década deste milênio não tem paralelos em nenhum outro esporte. NEM MESMO o DREAM TEAM do basquete americano conseguiu tamanha sequência de conquistas. Ainda que "nem essas pratas" (como se fosse pouco) fossem conquistadas, isso não seria motivo de zerar o crédito que o volei faz por merecer. Quem não merece é justamente quem reclama.

domingo, 21 de setembro de 2014

O tamanho do pré-sal

Brasil não cabe dentro de um poço de petróleo, nem deve esperar por ele.


Não usar a riqueza do pré-sal seria uma estupidez, usá-la para iludir a nação é uma indecência. As estimativas para as reservas do pré-sal podem não ser exatas, mas não são mitos, são resultados de pesquisas geológicas; a exploração na sua profundidade não é um mito, a engenharia dispõe de ferramentas; a crença de que pode ser feita sem riscos para a ecologia não é um mito, embora haja exemplos de vazamentos em campos similares; a expectativa de que a demanda e os preços continuarão altos não é um mito, apesar das novas fontes.

Mito, contudo, é a afirmação de que o pré-sal mudará a realidade brasileira.

Se tudo der certo, em 2036 a receita líquida prevista do setor petrolífero corresponderá a R$ 100 bilhões, aproximadamente R$ 448 por brasileiro, quando a renda per capita será de R$ 27.800, estimando crescimento de 2% ao ano para o PIB. Apesar da dimensão da sua riqueza, o pré-sal não terá o impacto que o governo tenta passar. Explorá-lo é correto, concentrar sua receita na educação é ainda mais correto, mas é indecente usar o pré-sal como uma ilusão para enganar a nação e como mecanismo para justificar o adiamento de investimentos em educação.

O Brasil não cabe dentro de um poço de petróleo, nem deve esperar por ele.

Mito também é a afirmação de que a educação brasileira será universalizada e dará um salto de qualidade graças ao pré-sal. Em 2030, uma educação de qualidade universal custará cerca de R$ 511 bilhões, para o custo/aluno/ano de R$ 9.500. Se tudo der certo, a totalidade dos recursos do setor petrolífero destinada à educação corresponderá a R$ 37 bilhões, apenas 7,2% do necessário.

Também é um mito dizer que o atual governo teve a iniciativa da proposta de investir 75% dos royalties do petróleo em educação. A partir do momento da descoberta do pré-sal, 44 projetos de lei foram apresentados na Câmara e no Senado.

Mas foi com a aprovação do substitutivo PLC 41/2013 ao PL 323/2007, do deputado Brizola Neto, em 14/8/2013, após parecer favorável do deputado André Figueiredo (PDT-CE), que se determinou o destino de 100% dos royalties para a educação e a saúde. As atas mostram que os líderes da base de apoio ao governo tentaram impedir a aprovação, mas foram derrotados no voto.










Além de não serem destinados à educação os R$ 15 bilhões dos Bônus de Assinatura do Leilão do Campo de Libra, os recursos dos royalties não estão sendo aplicados. Até 28 de agosto, um ano depois da sanção da lei, apenas R$ 912 milhões foram efetivamente transferidos para o Ministério da Educação, ou seja, somente 13,5% do valor de R$ 4,2 bilhões previsto pela Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2014.


Enquanto o mundo vive uma revolução no conhecimento, estamos ficando para trás, eufóricos com a promessa de mudar nossa triste realidade educacional no futuro distante, com base em um recurso ainda na profundidade de sete mil metros e que não será suficiente. E o pouco prometido não está sendo cumprido.


sábado, 20 de setembro de 2014

No Brasil, a vítima vira ré

A vaia ao goleiro Aranha, o despreparo da repórter ao entrevistá-lo de forma debochada, e o xingamento de "branca de neve" e "fedorento", palavras que não constam no "dicionário racista", mostram que o país não avança nas questões sociais.

Insisto sempre que o Brasil é um país segregado, o crime é ponderado, e os cidadãos facultam-se ao direito de cumprir ou não a lei.

O racismo não é a palavra, é a agressão maldosa.

O crime não é a circunstância, é a consequência.

A lei não existe para ser opcional, mas no Brasil é.

Tolerância demais não é sinônimo de democracia, é sinônimo de atraso para a sociedade.


sábado, 6 de setembro de 2014

Merdas no ventilador da Petrobrás

BOMBA RELÓGIO!!! 

Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras preso na Operação Lava Jato, passou a semana depondo na PF, no regime de delação premiada, por quase 12 horas por dia! ABRIU TUDO!

Vai sobrar para PELO MENOS 5 grandes partidos (PP, PMDB, PT, PR e PTB), praticamente TODAS as empreiteiras, MUITOS parlamentares (deputados e senadores) e governantes. "Todo dia tinha político batendo na minha porta, e até operador do PMDB em banco europeu", disse. Este seria um influente político fluminense. O PSB também está preocupado, em função dos contratos da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

Os desvios nos contratos da Petrobras, segundo ele, especialmente para financiar CAMPANHAS ELEITORAIS e ENRIQUECER FIGURÕES, foram de 2004 a 2012, quando ele ocupou a Diretoria de Abastecimento (nome sugestivo!).

Os depoimentos estão guardados a sete chaves na PF, e, claro, eles vão tentar mantê-los ao máximo no escuro, no sigilo, até dia 5/10. Mas, com um pouco de perspicácia, já dá para supor quem são os principais envolvidos nas negociatas espúrias. O mundo da politicalha reinante está tremendo.

SEU VOTO PRECISA LEVAR ISSO EM CONSIDERAÇÃO. Não vá na conversa - que vai começar a rolar - de que o candidato de partido que faz tenebrosas transações 'não tem nada a ver com isso', como se o partido fosse um ente abstrato, desvinculado de suas figuras públicas. Além do mais, quem se lambuzou continua deixando o rabo (preso) de fora, inclusive nas campanhas milionárias.

A edição da revista Veja que começou a circular traz o nome dos seguintes políticos envolvidos com negócios sujos da Petrobras:

=> Edison Lobão, ministro das Minas e Energia, PMDB
=> João Vaccari Neto, secretário nacional de finanças do PT
=> Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara dos Deputados, PMDB
=> Renan Calheiros, presidente do Senado, PMDB
=> Ciro Nogueira, senador e presidente nacional do PP
=> Romero Jucá, senador do PMDB
=> Cândido Vaccarezza, deputado federal do PT
=> João Pizzolatti, deputado federal do PT
=> Mario Negromonte, ex-ministro das Cidades, PP
=> Sergio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro, PMDB
=> Roseana Sarney, governadora do Maranhão, PMDB
=> Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco, PSB - morto no mês passado em um acidente aéreo.

Na época em que era diretor da Petrobras Paulo Roberto conversava frequentemente com o então presidente Lula, segundo contou à Polícia Federal.



(Imagem: Chico Caruso em O Globo deste sábado 06/09)

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

#Racismo: Uma questão cultural ou de caráter?

O mal da nossa sociedade é achar que tudo que se fala e se pratica é normal, e culpa o sentido cultural nisso. Há pessoas que xingam e ofendem um negro e acham isso o mais normal pela questão cultural de ser; no sul é comum os torcedores do Grêmio chamarem os torcedores do Internacional de macacos e generalizaram para os demais torcedores do Brasil.

Nos dias de hoje com toda a evolução social e cultural, ainda há barbaridades como essa, assim como dizer que a garota merecia ser estrupada.

A sociedade em geral está cada vez mais intolerante e subversiva, isso as vezes me assusta porque você não sabe com quem e com o que está se lidando num mundo afora. Isso é extremamente complicado para todos nós.

Não quero ser o pessimista, mas sendo um pouco racional, acho que isso não há solução. É da natureza do ser humano praticar a intolerância, a inveja, o ódio, a ganância, entre outros. A partir do momento em que se distorce os sentimentos, não se merece confiança.

De novo, a vergonha por mais uma manifestação racista no Estado do Rio Grande do Sul. Vergonha maior porque essa manifestação nojenta veio da torcida do Grêmio, o time pelo qual tenho simpatia desde criança. Vergonha porque não é a primeira, nem a segunda, nem a última vez. Enquanto não houver punição para esses idiotas que se dizem torcedores, continuaremos a lamentar o que aconteceu com Aranha, com Márcio Chagas, com Dani Alves e com tantos outros negros ofendidos em estádios. Aliás, o torcedor que chamou Dani Alves de macaco foi banido para a vida inteira dos estádios. Mas isso foi na Europa. Aqui o Grêmio emitiu uma nota de repúdio e muita gente vai achar que é suficiente. 

Não é!

Eu quero ver o que a justiça desportiva vai fazer. Aplicar multa? Banir o Grêmio da Copa do Brasil? Tirar o mando de campo por alguns jogos?

O que tem na cabeça essa mulher que aparece no vídeo xingando o jogador do Santos? Essa dona _ e os outros babacas que chamam adversários de “macaco imundo” ou fazem gestos que lembram os primatas _ devem achar que vieram ao mundo trazidos pela cegonha. Esquecem que somos todos descendentes de macacos e temos uma dívida histórica com os negros, por conta da escravidão.

Eu quero ver esses torcedores prestando serviços comunitários, lavando chão, pagando cestas básicas, sendo impedidos de ir aos estádios. Eu quero ver o Grêmio ajudando a polícia a identificar os criminosos. Sim, porque racismo é crime e está tipificado no Código Penal. Eu sei que os justos não podem pagar pelos pecadores, mas se os não-racistas ficam de braços cruzados diante de uma manifestação racista, e isso tem sido recorrente na Arena, merecem a punição de passar algum tempo sem poder ver seu time jogar. Defendi a puniçãopara o Esportivo, quando ocorreu com Márcio Chagas, reafirmo agora quando se trata do meu time do coração.

Estamos na Era das selfies e dos vídeos para tudo. Que cada um faça a sua parte e denuncie os criminosos que fazem manifestações racistas, para que um dia tenhamos respeito nos estádios de futebol.