quinta-feira, 2 de abril de 2015

O saudosismo que mata o futebol brasileiro (Por Thiago Muniz)

Não é o seu time, é o futebol brasileiro que está mal. O futebol brasileiro está decadente, é nivelado por baixo”, “Nossa, que jogo horrível esse do Brasileirão!” e “Saudade de quando o futebol no Brasil era bom…”. Quantas vezes você já não se deparou com alguém proferindo alguma dessas frases, ou até mesmo levantou debates acerca da queda de qualidade do desporto mais popular, que nos rendeu cinco títulos mundiais.

Zizinho
Para muitos críticos da seleção brasileira é obrigatório que ela jogue bonito sempre. Ignorando as circunstâncias, a escassez de talentos para dividir o protagonismo com Neymar, cobra-se hoje, depois de oito jogos e oito vitórias com Dunga, após o 7 a 1, que o Brasil resgate o “futebol arte”. Esse foi o tom da maioria das críticas após a vitória contra o Chile no último domingo. Nada está bom, amistoso não vale nada. Como se perder fosse melhor.

Logo depois da eliminação na Copa do Mundo com o fatídico 7 a 1 contra a Alemanha e os 3 a 0 contra a Holanda, o Brasil tem uma base para 2018. São muitos bons jogadores brasileiros espalhados no Brasil e no mundo para montar uma boa seleção, competitiva, que dispute de igual para igual com as seleções mais fortes. E mesmo ainda longe de mostrar um futebol encantador, o Brasil parece estar tentando ter um time competitivo, com algumas ideias antenadas no que acontece no mundo. Não estamos descolados e a Seleção, ao contrário do que muitas vezes se pensa, não carrega sozinha o peso dos atrasos do futebol brasileiro. Ela pode, inclusive, ser muito bem antenada, ser a melhor do mundo, e o futebol brasileiro continuar na lama. É preciso saber separar. Neste momento, a Seleção Brasileira tem dado bons sinais.

O já clássico “Venceu, mas não convenceu” resume bem o tom das críticas. Depois da maior vergonha da história da seleção brasileira, a sanha pela crítica pela crítica impera. “Deu para o gasto”. Ok, Dunga não fez nada de extraordinário, mas conseguiu uma sequência de vitórias que desde João Saldanha, em 1969, um técnico da seleção não alcançava.

Mas voltando ao termo futebol arte e sua quase simbiose forçada com a seleção brasileira. Já passou da hora de o entusiasta da amarelinha, do discípulo de Zagallo e dona Lúcia, aceitar que não é possível vencer jogando bonito como o Brasil já venceu. Cada vez mais os times fortes coletivamente têm se sobressaído. É nessa tecla que bate Dunga quando justifica o estilo que tem tentado implantar na sua equipe. Foi assim no primeiro ciclo dele, vitorioso até a Copa do Mundo de 2010.

Garrincha
A carência é tanta que houve quem dissesse que a Espanha campeã do mundo naquele ano praticou o tal futebol arte. Se futebol arte é sinônimo de ataques modestos e defesas sólidas, talvez faça sentido. A Espanha fez oito gols em sete jogos na África do Sul. Ganhou todos seus jogos no mata-mata por 1 a 0. Isso é futebol arte?

Exige-se beleza, quando o termo é apenas uma boa lembrança do que o esporte já foi. Essa expressão hoje está muito mais associada aos jogadores do que a um time. Faz mais sentido pensar em Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar como expoentes do tal futebol arte. A frase “jogadores ganham jogos, times ganham campeonatos” nunca foi tão atual.

Muitos se assustaram também com o número de faltas feitas pela seleção brasileira na partida contra o Chile. Foram 32 contra 12 do rival, com cinco cartões amarelos para jogadores do Brasil e dois para os chilenos. Mas o Brasil ser o time mais faltoso não é novidade nenhuma.

Tanto na Copa das Confederações de 2013 como no Mundial de 2014, ainda com Felipão, o Brasil se destacou pelo número de faltas cometidas. Foram 123 no ano passado (atrás só da Holanda de Van Gaal, que cometeu 126). Na “Confed Cup” foram 107 faltas em cinco jogos. O Uruguai, no mesmo número de jogos, cometeu 95.

Lembra para quem foi o primeiro amarelo da Copa? Sim, Neymar, por uma cotovelada que poderia render vermelho. Muitas vezes vítima, ele também faz faltas. E não há nada de surpreendente ou errado nisso. A falta leal é do jogo.

Qual time de ponta não tem um atacante marcando lateral hoje em dia? Basta se lembrar de Messi nas oitavas de final da Liga dos Campeões. Vencendo em casa, depois de vencer fora, o segundo melhor do mundo começou o combate ao Manchester City e terminou na linha de fundo do campo de defesa do Barcelona. Esse é o futebol de hoje. E ao que parece é o que Dunga tem tentado implantar.

Está claro que achar que o Brasil deve jogar bonito sempre como se este fosse seu destino definitivo, como se os brasileiros fossem uns predestinados, não é o caminho. O 7 a 1 sempre baterá à porta. Olhar para frente é a única saída.

Zagallo
Queremos sempre que o Brasil seja mais Barcelona do que Atlético de Madrid. Queremos um time que se imponha muito mais, que não tenha como principal característica a velocidade do contra-ataque. Que seja um time criativo, capaz de envolver mesmo as defesas mais fortes. Que não dependa tão somente do talento, porque já sabemos que essa é uma fórmula perdida. Mas é possível ter um time com bom futebol e, se Dunga não conseguiu fazer, em oito jogos, o Brasil ter um time envolvente e encantador, conseguiu fazer um time muito forte, que ataca e defende bem e é competitivo. É um caminho. A tendência, com mais tempo de trabalho é melhorar. No momento, é uma aposta justa a se fazer. Não quer dizer que até a Copa de 2018 o Brasil jogará um futebol brilhante. Mas quer dizer que é um caminho que tem ido bem até aqui e é preciso reconhecer isso. No que isso vai resultar na Copa América em junho, ainda é cedo para saber. Mas vale ficar de olho.

A corrupção da cafetina madame FIFA e da senhora meretriz CBF que culminou com um possível sonho do hexa em casa. A convocação forçada por patrocinadores de jogadores que já vinham provando desde os amistosos e Copa América que seriam um fracasso total, aliada as peripécias do papai Felipão e seu fiel escudeiro que mais pareciam a dupla Asterix e Obelix, sô que esqueceram de tomar a poção mágica e, sem forças, deu no que deu. Deixaram de convocar jogadores que na Copa estavam no auge da forma técnica e física, para chamar jogadores fora de forma, baladeiros, parecendo peladeiros.

Devemos, sim, cobrar um futebol melhor dos times brasileiros. A Copa do Mundo no Brasil fez com que a torcida brasileira percebesse que passamos a jogar um futebol burocrático, de chutões e cruzamentos. Nada que lembre o passado brasileiro e que seja condizente com a qualidade do nosso atleta.

Pelé
Quando me refiro ao nível ruim do futebol brasileiro, faço referência principalmente aos grandes times. É muito mais simples jogar com ligação direta, chutão o tempo todo e 500 cruzamentos por jogo do que armar uma equipe para atuar com velocidade, muitos passes e qualidade. Intensidade. E isso não se conquista da noite para o dia.

Além disso, o garoto vem da base já viciado. A cada geração deixamos de lado o talento natural do jogador brasileiro para privilegiar a força. Praticar futebol moderno não significa abandonar o talento! Significa maximizar esse talento dentro de um padrão tático.

Há ainda a questão financeira. O futebol brasileiro passou por um boom absurdo e completamente fora da realidade. Passou-se a pagar por aqui salários astronômicos, que não refletem a qualidade de atletas e treinadores. Assim, o buraco entre grandes e pequenos ficou parecendo gigantesco, mas não é assim na realidade.

A diferença é bem menor. A cada temporada, os confrontos contra times menores ficam mais nivelados do que deveriam ser. E não é por ganho de qualidade.

Portanto, siga criticando seu time. Exija um futebol melhor, mas entenda que a realidade brasileira é dura. E não é com os velhos métodos de 50 contratações por temporada e troca de treinador a cada três meses que vamos melhorar a situação.

São inúmeras as respostas e teses a explicar a cena atual do esporte bretão em terras tupiniquins. Mas, se você tentar explicar sem recorrer à cronologia histórica, fará o mesmo que cartolas e empresários. Quando David Luiz correu em direção à linha de fundo bufando, com os olhos esbugalhados e coléricos, após marcar aquele que seria o gol da vitória sobre a Colômbia, o Brasil quase que inteiro comemorou e se esperançou. Não eu. Naquele momento tive certeza que o Brasil não seria hexacampeão mundial atuando em seu próprio território. E não precisei recordar do episódio com Thiago Silva aos prantos antes da disputa de pênaltis contra o Chile, aquela que foi uma demonstração cristalina da falta de preparo psicológico dos atletas para encarar uma pressão natural. Minha certeza se fez ao ver o então superestimado zagueiro David Luiz, que atuava no Chelsea, gritando e se debatendo à torcida.

Zico
Fim da arte, surge a força. Ali era colocado o ponto final em uma história que começou no dia 5 de julho de 1982: quando Paolo Rossi fez o 3º gol da Itália no estádio Sarriá, estava decretada a morte do ‘futebol de poesia’ brasileiro. Este fora autenticado com seu enterro quatro anos depois, assim que os franceses Joel Bats e Luis Fernández ajudaram diretamente na eliminação do nosso selecionado na segunda Copa sediada pelo México. Ao tumular o modelo que priorizava o toque de bola e as jogadas coletivas em direção ao ataque, o futebol tupiniquim passou a se tratar de uma maneira diferente.

O estrago feito no Mineirão já era imaginado por quem acompanha o futebol brasileiro sem o olhar de desdém, aquele olhar do tipo ‘a Champions League é muito melhor’ (se fosse tão melhor assim não teria Malmö, Ludogorets, Apoel, Maribor, entre outros desconhecidos, mas que são idolatrados por nossa imprensa e boa parte dos torcedores). A derrota para a Alemanha foi apenas o resultado final de 4 décadas desperdiçadas por apostas em um modelo que venceu apenas uma vez (1994), e que deixou apenas um legado, a tal da raça, exigida de forma excessiva. Daí a fabricação de ídolos de mentira, como o rapaz que saiu correndo com os olhos esbugalhados. Daí a falência de nosso selecionado e de nosso futebol.

O brasileiro está cada vez mais com uma cultura imediatista. Se o time vence 2, 3 jogos é tudo lindo, só festa, MAS… Se perde 3 seguidos FU..., é crise! Demite o treinador, traz um ganhando o triplo e corre atrás de reforço pra agradar a massa! Assim, dificilmente veremos trabalhos a longo prazo e com planejamento adequado.

Consequência direta da cultura imediatista! (quase) Ninguém tem tempo de implementar um trabalho elaborado, ou então de preparar jogadores com um timing certo!

Queimam jovens promessas muito cedo e fritam treinadores e comissões técnicas quando o resultado esperado (vitória, vitória, goleada) não aparece nos primeiros jogos.

A enorme maioria dos grandes clubes perdeu a noção (já a algum tempo)! Oferecem salários absurdamente gordos, tanto a técnicos como a jogadores que não merecem nem a metade. Parece que ligam o foda-se pras dívidas milionárias e vão se enfiando na merda cada vez mais!

Além do constante buraco negro nos cofres dos clubes, é claro que a corrupção que impera no futebol contribui pra porra toda! CBF, calendário, nossa querida Globo, Ricardos Teixeiras, Marins, Del Neros e Cia.. são só a parte mais evidente de uma corrupção que, sinceramente, não fazemos idéia do tamanho!

Ronaldo
Jogador no auge (ou ao menos próximo), estourando, comendo com farofa, NÃO sai da Europa para vir pro Brasil! E na tentativa de agradar torcedores, e também com a ilusão de gigantescos projetos de marketing, os clubes, cada vez mais, estão repatriando (ex) craques de seus passados longínquos. Oferecem fortunas, apesar de não tê-las, e estão cagando para a base!

O que era para ser o grande foco de investimentos, o pulo do gato, a ‘fonte de talentos’ está cada vez mais largado. Clubes revelam cada vez menos jogadores (que prestam)! É tanta grana gasta nos diversos motivos citados acima que não sobra para o que é realmente importante.

A TV Globo, sempre em um ufanista com a seleção, negligencia a decadência do futebol brasileiro. Ilude o torcedor/telespectador. Sempre discutimos tal percepção neste espaço. E voltarei a bater nesta tecla. A emissora possui um tom amistoso com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), entidade que “organiza” a modalidade esportiva no Brasil.

Tino Marcos é o símbolo máximo desse fenômeno. Sempre enaltece o futebol brasileiro e não alerta, como profissional da imprensa, o que acontece nos bastidores do esporte. O ápice da “ludibriação” aconteceu no “Jornal Nacional”, na véspera do Mundial. O repórter resolveu explorar a vida pessoal de superação dos “heróis”. É a celebratização dos esportistas. Uma das piores seleções da história do futebol brasileiro.

É um retrato máximo da decadência do futebol brasileiro, corroído por lucros de ”empresários” que mandam e desmandam nos clubes raquíticos que ainda existem. Os times do interior, antes celeiros de craques, agora alugam vagas para as competições. Isso é apenas um fato, diante de tantos desvarios que ocorrem nos bastidores. Isso sequer é levantado na programação da maior emissora do País. É a ausência de um jornalismo esportivo mais crítico. Fora os horários inadequados das partidas, a pressão sofrida por Dunga em 2010 por não "obedecer" ao canal, a concentração de verbas para Corinthians e Flamengo que causará distorção na força dos clubes...

A Band não fica muito atrás. Na cobertura desta Copa do Mundo, o comentarista Neto resolveu defender o jogador Fred, mesmo com a visível má fase do jogador. Edmundo, que chorou durante a transmissão da vexatória goleada, soltou o verbo. Teve “coragem” de atacar Luiz Felipe Solari ao relembrar que o técnico apareceu mais em comerciais de televisão do que em treinos na Granja Comary. Também relembrou a péssima passagem de Felipão no Palmeiras, time que terminou rebaixado no Brasileirão e teve como “prêmio” o comando da seleção. O repórter Fernando Fernandes passa a imagem de querer ser “amigo” dos jogadores. Uma espécie de seguidor de Tino Marcos. Também não possui uma verve mais crítica do que ocorre nos gramados. Nesta quarta (09/07), diante de tal comportamento complacente, levou uma “dura” de Milton Neves.

Para encontrar uma cobertura mais independente, busquei a programação da Rádio Jovem Pan AM. Flávio Prado, Wanderley Nogueira e Claudio Carsughi sempre demonstram preocupação com o estágio do esporte mais popular do País e ressaltaram tais aspectos na cobertura deste Mundial.

Não é de hoje de que se fala que o futebol brasileiro está em decadência. Não é de hoje que se fala que o calendário do nosso futebol é precário. Sim, há muitas coisas erradas no nosso futebol, desde o topo do monte, onde a CBF manda e desmanda no futebol como quer. Faz os calendários mais pífios que se pode ter notícia. Onde os cartolas, atrás de favores dessa mesma CBF, se rebaixam às vontades da entidade e não procuram melhora nenhuma. Não digo que tudo Brasil é um lixo e tudo de fora é uma maravilha, porque maracutaia tem em todo lugar. Mas aqui, meu amigo, o negócio é BRABO!

Dirigentes não querem seus clubes campeões, querem seus bolsos cheios de dinheiro de transações dos jogadores jovens vendidos o mais rápido possível para o exterior. O destino? Qualquer lugar do mundo, desde que pague bem. Sem falar dos empresários que andam dentro dos clubes como verdadeiros lordes ingleses, cheios de pompa e poder. Esses empresários enfiam jogadores perebas na maioria dos times e o torcedor se pergunta como aquele imbecil foi parar ali.

Mas o buraco não é só aí, têm muitas outras coisas. Adoramos reclamar de arbitragem, jogar toda a culpa em cima dos árbitros por seus erros dentro de campo. Mas a culpa realmente é só deles? Jogadores que simulam faltas, contusões, fazem cera por QUALQUER lance, praticam o anti-jogo, reclamam mesmo quando estão errados. Fora a babaquice que virou o chamado “fair play”, onde um jogador adora simular uma contusão quando seu time está sendo atacado só para parar o ataque rival, sai de campo e volta logo em seguida. A bola é devolvida, claro, mas lá no goleiro ou em um lateral perto da bandeira de escanteio na defesa. Obviamente, o time que devolveu a bola, vai marcar em pressão na defesa adversária.

Não. Eu não acho que o futebol é um jogo de gentlemen, onde apenas bons moços devam entrar em campo. Mas, esse tipo de conduta, de jogadores cada vez mais babacas e nada inibidos por seus clubes é moda.

Outra coisa, sempre fomos famosos por nosso futebol ofensivo, de toque de bola refinado, que prioriza o gol. De tempos pra cá, viramos o país do volante brucutu, onde tirar a bola pra lateral e vibrar como se fosse um gol é legal. Enquanto o futebol europeu (e até o dos Estados Unidos) avança pra um futebol cada vez mais técnico, nós regredimos. Nosso jogo é chato, de MUITAS faltas, passes errados e desinteresse na maioria dos jogos.

Estádios cada vez mais vazios, com jogos inexpressivos e ingressos cada vez mais caros. Aí fica a minha pergunta: O que é melhor, um Maracanã lotado com ingressos a dez, vinte e trinta reais ou um Maracanã praticamente vazio com ingressos de oitenta reais pra cima?

Esse imediatismo, essa falta de comprometimento de TODOS, dos jogadores até os dirigentes, faz com que o nosso futebol fique cada vez mais sem graça. Essa metodologia do agora, de querer dinheiro só pra ontem está acabando com o nosso esporte predileto.

Me entristece, de verdade, ver jogos com quatro, cinco mil torcedores. Onde um público com quinze mil pessoas é considerado um bom público.

Já que adoramos copiar as coisas que a Europa faz, por que não copiamos as coisas BOAS? Construíram arenas pra Copa do Mundo, onde os ingressos são um absurdo de tão caros. Peguemos de exemplo o que estão fazendo na MLS (Liga dos Estados Unidos), onde um povo que nem gostava de “soccer”, hoje enche estádios, tem torcidas fanáticas e é o esporte que mais cresce no país. Tudo isso porque eles PENSAM e PLANEJAM a longo prazo.

Necessitamos de uma “reforma” no nosso futebol. E isso é em tudo, do topo até os degraus mais baixos. Antes, nossos times batiam de frente com qualquer time europeu e hoje somos reféns deles. Salvas raras excessões. E quando vencemos, é sempre em jogos onde somos massacrados e achamos um gol.

Por que devemos idolatrar o futebol europeu e ter descaso com o nosso? Por que não investimos para que o nosso futebol volte a se equiparar com o de lá?

Nosso futebol pede socorro e não é de hoje.

Por mais que eu pense e tenha respostas pra isso, não consigo entender a inoperância das chamadas “autoridades”. Só consigo sentir nojo!

Volta, Brasil!

Seleção Brasileira de 1982: O futebol arte que não ganhou a Copa,
mas que conquistou o coração de muitos.



BIO


Thiago Muniz é colunista do blog "O Contemporâneo", do site Panorama Tricolor, do blog Eliane de Lacerda e do blog do Drummond. Apaixonado por literatura e amante de Biografias. Caso queiram entrar em contato com ele, basta mandarem um e-mail para: thwrestler@gmail.com. Siga o perfil no Twitter em @thwrestler.



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